Nas injetoras elétricas e híbridas modernas, as correias sincronizadoras são responsáveis por transmitir o movimento dos servo motores para os fusos de esferas (fechamento, extração e plastificação).
Uma quebra de correia inesperada pode causar paradas severas de produção, danos aos fusos e custos elevados de reposição.
1. Tensão Correta da Correia (Frequencímetro Sonoro) Trabalhar com a correia muito frouxa provoca o salto de dentes (skipping), enquanto a tensão excessiva degrada precocemente os cordonéis internos de fibra de vidro/aço e os rolamentos dos fusos. - Sempre utilize um **medidor de tensão por frequência de vibração** (frequencímetro óptico/sonoro) de acordo com a especificação do fabricante da máquina.
2. Alinhamento Preciso de Polias a Laser O desalinhamento angular ou paralelo faz com que a correia trabalhe forcida contra os flanges das polias, desgastando lateralmente os dentes e desfocando a distribuição de carga. - Utilize ferramentas de alinhamento a laser em todas as intervenções de manutenção.
3. Inspeção Visual Periódica e Limpeza - **Resíduos de Óleo e Graxa**: Derramamentos de fluidos hidráulicos deterioram o composto de borracha de nitrila ou poliuretano da correia. - **Acúmulo de Poeira Plástica**: Partículas abrasivas entre a polia e os dentes aceleram o desgaste mecânico.
4. Plano de Troca Preventiva Respeite o limite de horas de operação estabelecido no plano de manutenção da máquina. Correias que trabalham em regimes de alta aceleração devem ser substituídas preventivamente a cada 12.000 a 16.000 horas operacionais.
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